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Quinta dos Ventos lança segunda e última fase com sucesso de vendas

(09/11/2017)

(G1)

O Quinta dos Ventos, empreendimento da Leste Realty e do Grupo Engep, localizado na Zona Sul de Ribeirão Preto, lançou a 2ª fase de comercialização no dia 30 de setembro. Foram colocados à venda, nesta segunda etapa, 249 lotes com metragens a partir de 335 m². A nova oportunidade para a compra de lotes com alto padrão inteligente está atraindo os clientes, repetindo o sucesso da 1ª fase de comercialização.
Com as obras avançadas e mais de 85% dos lotes lançados na fase inicial do empreendimento já vendidos, o Quinta dos Ventos conquistou o exigente consumidor de Ribeirão Preto, oferecendo um excelente negócio por um preço acessível. O diretor comercial da Leste Realty, Otair Guimarães, destaca que os diferenciais do empreendimento, que conta com mais de 10 itens de lazer, portaria social e de serviço, além de ótimas localização e condições de comercialização, caíram no gosto do ribeirão-pretano.

O sucesso fez com que a Leste Realty e o Grupo Engep antecipassem o lançamento da 2ª fase, garantindo ainda preços atrativos para os clientes. "Oferecemos lotes que são ótimos investimentos, ao mesmo tempo em que são perfeitos para construir uma casa, com tamanho e preço ideal. Sentimos que o mercado está aquecendo. Tivemos uma valorização de cerca de 9,5% dos lotes da fase inicial. Quando o mercado volta, ele volta com tudo. Essa é a hora certa de investir e o comprador, que está cada vez mais inteligente e exigente, está percebendo esse cenário", afirma Guimarães.

De acordo com José Luiz Monteis, diretor da CIA Lançamentos Imobiliários, empresa responsável pela coordenação de vendas do empreendimento, é grande o engajamento e entusiasmo do mercado local com o produto. "O mercado de lotes conseguiu passar pela crise porque é um investimento atrativo, que tem liquidez e que oferece melhores condições de compra para o bolso do consumidor. O sucesso do Quinta dos Ventos na cidade mostra como é boa a aceitação por produtos com alto padrão e que são adequados à realidade do cliente", afirma Monteis.

Retomada do Mercado Imobiliário

O mercado imobiliário respira novos ares. O cenário de retomada do setor, com a queda da taxa de juros, inflação sob controle e maior confiança do consumidor para investir, aliado à oferta de produtos atrativos à venda e que cabem no bolso do comprador, já pode ser observado em Ribeirão Preto.
Lucas Macoris, sócio-consultor da XVI Finance, consultoria de Ribeirão Preto, avalia com otimismo as perspectivas de crescimento do setor imobiliário. "A série de medidas tomadas pela equipe econômica atual, tais como a diminuição das taxas de juros, o controle da inflação e a retomada do crescimento do emprego, bem como a maior confiança do setor privado quanto às expectativas para a economia são pontos que indicam uma perspectiva positiva para o mercado imobiliário dentro dos próximos anos. Desta forma, facilita o crédito para os compradores e aumenta a atratividade para os investidores do mercado imobiliário", explica Macoris.
Otair Guimarães destaca que a retomada do segmento já está em curso, com a diminuição dos estoques e início de uma nova valorização dos ativos imobiliários. O próximo passo será o movimento de novos investimentos e lançamentos do setor. Por isso, Guimarães considera o cenário ideal para quem busca investir em produtos de qualidade, com preços e condições atrativas. "Após três anos realmente desafiadores, chegou o momento de crescer novamente. Houve um represamento de lançamentos desde 2014 e isso certamente se transformou em oportunidades. O consumidor está mais maduro e hoje acredita que pode voltar a comprar e a investir em imóveis como um bom negócio", avalia Guimarães.

A palavra do comprador

Não são apenas os agentes e especialistas do setor imobiliário que enxergam com otimismo a retomada do setor imobiliário. O comprador, cada vez mais exigente e bem informado sobre os produtos, também reconhece o momento ideal para investir. É o caso de Cristiano Shimizo, que comprou um lote no Quinta dos Ventos. A localização do empreendimento e as condições de comercialização favoráveis atraíram o cliente para o produto.
"Já moro nas proximidades de onde está localizado o Quinta dos Ventos, que considero a melhor região para se viver na cidade, do ponto de vista de acesso aos principais pontos de Ribeirão Preto e também por ser uma região que oferece qualidade de vida. Quando conheci as condições de comercialização do produto, com financiamento próprio, que facilita muito para o comprador, tomei a decisão pela compra do lote. Vou construir para morar", informa Shimizo.

Alto Padrão Inteligente de Urbanismo

Localizado na Avenida Oscar Niemeyer, altura do número 701, na Zona Sul de Ribeirão Preto, o Quinta dos Ventos conta com lotes com metragens a partir de 335 m², projetados em uma área cercada por muito verde, com acesso fácil a importantes avenidas e rodovias, unindo tranquilidade, segurança e conforto à conveniência de estar perto de redes de supermercados, shoppings, escolas e hospitais. O empreendimento ainda conta com clube completo e extensa área verde no seu entorno.
"As áreas verdes e de lazer somadas correspondem a 34% da área total do empreendimento. Vale destacar ainda que a topografia do Quinta dos Ventos confere qualidade para todo dos tipos de lotes disponíveis. Quem visita as obras, que estão bem avançadas, pode conhecer os diferenciais do projeto e contemplar uma bela vista do skyline de Ribeirão Preto", completa Andrea Tedeschi, diretora de operações da Leste Realty. Mais detalhes sobre o Quinta dos Ventos no site www.quintadosventos.com.br


Creci-CE critica recursos da casa própria travados

(Diário do Nordeste)

Conselho espera, entretanto, que o teto do financiamento imobiliário volte ao patamar de 80%

Após a Caixa reduzir de 80% para 50% o limite de aporte financeiro para a compra do imóvel usado em setembro, o sonho da casa própria se tornou pesadelo para muitos consumidores que tinham se programado para pagar somente a entrada mínima exigida, conforme a regra que vigorava antes. Com os processos parados e os compradores correndo o risco de perder o imóvel, entidades do setor se manifestaram contra a decisão da Caixa em um momento no qual o mercado imobiliário consegue finalmente voltar a vender e espera, aos poucos, se livrar do fantasma dos distratos.

Na avaliação do presidente em exercício do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Ceará (Creci-CE), Tibério Benevides, as mudanças representam um retrocesso, levando em consideração "que todos os indicadores da economia são positivos".

"É um retrocesso que a gente tenha essa redução, que vai retrair ainda mais um setor que gera renda e emprego. O mercado imobiliário já está se articulando, no caso as entidades, como o Cofeci e os Creci's com a Caixa Econômica Federal e o nosso posicionamento contra, no sentido de que essa redução seja temporária, circunstancial e não dure mais do que um mês", destacou Benevides.

'Esperança'

Entretanto, na avaliação do presidente em exercício do Creci, a Caixa deve voltar a financiar 80% do imóvel novo no ano que vem. "É a nossa esperança", diz. "Acho que aqui no Ceará ninguém chegou a perder imóvel, porque as próprias construtoras tentam achar a solução, elastecendo o prazo... Para não ocorrerem os distratos, porque é prejuízo para quem compra e é ruim também para quem vende".

A Caixa Econômica anunciou na última terça (7) a liberação de R$ 8,7 bilhões para destravar contratos de crédito imobiliário até 30 de novembro estagnados por falta de recurso. "Com essa suplementação, a Caixa garante recursos suficientes para normalizar o ritmo de contratações do Programa Minha Casa Minha Vida para famílias com renda familiar bruta mensal de até R$ 4 mil", informou a estatal em nota.

O travamento de recursos atingiu não só quem esperava ter 80% do imóvel financiado e se deparou com o novo teto, de apenas 50%. Compradores e vendedores que haviam recorrido ao banco para contar com o financiamento na hora de fazer negócio se viram em uma situação complicada: o crédito era aprovado, mas o recurso não era liberado.

Em alguns casos, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do consumidor chegava a ser retido, mas o financiamento ficava travado, o que impedia o comprador de fazer alguma outra movimentação.

FGTS

O presidente em exercício do Creci-CE atribui a problemática à falta de recurso da Caixa em decorrência da robusta retirada de dinheiro do FGTS, uma das principais fontes de recurso para o segmento habitacional. "Como nós tivemos altos níveis de desemprego, o FGTS deixou de arrecadar. Entretanto, o mercado está ficando reaquecido e a economia e política estão cada vez mais desatreladas", diz.