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Chega ao mercado brasileiro 1º app que digitaliza o processo de venda de imoveis

(09/01/2018)

(E-Commerce News)

Quem já tentou comprar um lote ou imóvel novo conhece o processo. O comprador se interessa por uma unidade e pede para reserva-la. O corretor, então, liga para a construtora ou loteadora, a fim de checar se aquele imóvel já foi vendido. Algum tempo depois, a construtora envia uma relação atualizada das unidades disponíveis e só então é possível realizar a venda ou reserva. Esse procedimento, bastante manual e demorado, costuma ser uma dor de cabeça para todas as partes envolvidas, especialmente para o cliente, que passa horas - ou mesmo dias - num mar de incertezas e pode até desistir da aquisição. O Facilita, novo app de gestão de vendas de imóveis, permite que as construtoras descompliquem esse processo ao disponibilizar, na palma da mão de seus corretores, todas as informações em tempo real para apoiar suas vendas.

Com investimentos de R$ 3,5 milhões, o 1º aplicativo desse tipo no Brasil simplifica a comunicação entre as construtoras ou loteadoras e seus vendedores. Por meio do app, que já conta com 40 clientes e cerca de 15 mil usuários pelo Brasil, os corretores têm acesso ao espelho de vendas, com todas as unidades disponíveis, vendidas e reservadas, além das plantas dos imóveis, fotos, vídeos e outros materiais de apoio. Assim, o processo devenda, que poderia levar dias, é resolvido em pouco tempo.

"Em um mercado imobiliário complexo é preciso facilitar. É preciso entender que os métodos atuais não funcionam mais. E ter tudo digital, na palma mãoquando necessário, é a evolução que faltava para o mercado. Nós entendemos que é hora de parar de perder tempo com processos complicados, por isso, acreditamos que o Facilita vai descomplicar o dia a dia de muitas construtoras e loteadoras", explica Glauco Farnezi, Diretor Executivo do Facilita.

Inúmeras funcionalidades

Além de disponibilizar o espelho de vendas e materiais, o app permite que os corretores façam a reserva de imóveis ou lotes com poucos cliques e deforma totalmente interativa. É possível, também, realizar todo o envio digital de documentações e propostas via aplicativo. Isso reduz muitos processos em papel, acelera as análises e agiliza o fechamento de vendas. Depois da conclusão do contrato, esse arquivo também fica guardado no app, caso seja necessária alguma conferência posterior.

As construtoras, loteadoras e imobiliárias, por sua vez, podem configurar o aplicativo de acordo com suas necessidades. Desde o cadastro de clientes, os níveis de acesso dos usuários, quais módulos serão utilizados, criação de equipes até o cadastro de produtos em si. Caso existam times decorretores, os gerentes comerciais podem, ainda, fazer a gestão de suas equipes também dentro da aplicação.

Por meio do Facilita, as loteadoras e construtoras podem acompanhar todo o andamento das negociações de seus imóveis e lotes, apoiando toda a gestão de vendas. O app também conta com relatórios inteligentes de BI, que proporcionam uma análise eficiente de vendas, marketing e benchmarking de mercado.

"O grande diferencial é que tudo isso é feito por meio de um app simples e com uma interface totalmente intuitiva. Em paralelo, também disponibilizamos uma versão web com todas essas funcionalidades, caso alguém prefira acessar por meio de um computador", acrescenta Glauco.

O aplicativo está disponível para download nos sistemas Android e IOS e, para as companhias que desejam testar a solução, basta entrar em contato pelo site www.appfacilita.com e solicitar uma demonstração.

 

Governo do Rio Grande do Sul segue tentando vender imóveis, mas com pouco êxito

(Jornal do Comércio)

Thiago Copetti

Segue a passos lentos o projeto do governo do Estado de transformar em recursos financeiros imóveis considerados como inservíveis ou ociosos. Em leilão realizado ontem, de três imóveis colocados a venda e localizados no Interior, apenas um (o de menor valor) teve lance e foi vendido. De 12 imóveis ofertados em novembro do ano passado, apenas um negócio teve êxito. O que não significa que o governo virá a abrir mão da estratégia e, com a proporção do próximo leilão a ser feito, em área disputada da Capital, pode marcar a primeira grande conquista da estratégia. Dois terrenos utilizados atualmente pela Brigada Militar entre as ruas Silva Só e Felipe de Oliveira, no bairro Santa Cecília devem movimentar o mercado imobiliário em breve devido à localização privilegiada (veja matéria abaixo).

A política de converter imóveis e terrenos em dinheiro foi acelerada em novembro de 2017, com o Programa de Alienações de Ativos Imobiliários Alienação de Imóveis Inservíveis para o Estado, coordenado pelo secretário de Modernização Administrativa e Recursos Humanos, Raffaele Marsiaj Quinto Di Cameli. Ao todo, o governo gaúcho estaria analisando cerca de 8 mil imóveis que poderia ter condições de ser negociados. E, de acordo com projeção de Cameli feita no final de 2017, a ideia é que no primeiro semestre de 2018 o movimento de alienações, leilões e permutas de prédios em poder do Estado se intensifique.

O leilão realizado ontem, porém, não contribuiu com a ideia de acelerar os negócios, devido ao baixo retorno. Com previsão de arrecadar mais de R$ 50 milhões, reforçará o caixa com apenas pouco mais de R$ 2 milhões. A venda de um terreno com árede 915 m2 na rua Herny Hugo Dreher n° 114, em Bento Gonçalves/RS de propriedade do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e com área construída de 271,25 m2 foi adquirido por R$ 2,207 milhões por um empresário local.

Também pertencentes ao Daer, outras duas áreas com valores mínimos de R$ 24,155 milhões (em Santa Maria, na avenida Nossa Senhora da Medianeira, 1.685) e de R$ 25,269 milhões (na cidade Bento Gonçalves, na rua Eugênio Valduga, 103) não atraíram nenhum interessados. Entre outas opções para seguir tentando a venda destes e de outros imóveis governo do Estado poderá baixar os valores, no caso de propriedades que já foram colocadas à venda, sem receber propostas.