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Universidade abre curso voltado ao mercado imobiliário

(24/05/2018)

(Paraná Portal)

De olho no mercado imobiliário aquecido em 2018, depois de anos seguidos de retração, a Apolar Imóveis, lançou recentemente um Programa de Desenvolvimento Estratégico, em parceria com a Universidade Positivo.

O programa funciona como um curso de extensão, voltado à corretores autônomos, gerentes e diretores de unidades da rede, dentro do setor de Pós-Graduação da Universidade Positivo.

O painel de abertura do curso foi apresentado pelo reitor da universidade, o professor e economista José Pio Martins: "A iniciativa da Apolar é louvável, uma vez que a empresa mostra que tem apreço pela educação, pelo saber e pelo aprendizado. É esse diferencial que move o ser humano a melhorar não só no aspecto profissional, como em todas as esferas da vida".

O Programa de Desenvolvimento Estratégico terá oito módulos, com aulas às terças e quintas-feiras e contará com 48 alunos.

"A turma completa nos deixa muito satisfeitos, pois o estudo é algo que fica com você para o resto da vida. Eu aprendi isso com meu pai, que tinha esse lema. A partir daí surgiu a ideia de investir na equipe, trazendo os colaboradores de volta para a sala de aula. A prática é fundamental, sem dúvidas, mas a teoria também é imprescindível", afirma um dos sócios proprietários da Apolar Imóveis, Daniel José Galiano.

O coordenador e professor de Pós-Graduação e Educação Continuada da Universidade Positivo, Jorge Biff Netto, responsável por ministrar alguns módulos do curso, completou: "No cenário atual é importante estar preparado e a Apolar dá um passo à frente da concorrência com o lançamento deste curso, o que será muito importante para encarar o mercado. Aqui na Universidade Positivo temos uma linha de pós-graduação que aborda as nuances do mercado imobiliário e poderemos dar todo o suporte que eles necessitam".

De acordo com dados do Sindusco-PR o início de recuperação econômica em 2017 se refletiu no mercado imobiliário brasileiro, que fechou o ano passado com resultados positivos, após um 2015 e um 2016 pouco animadores. "E a previsão é a de que 2018 seja um ano ainda melhor, com crescimento em torno de 10%", prevê José Carlos Martins, presidente da CBIC, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção.

 

Sentença determina a retirada de obras na área de proteção ambiental de Anhatomirim (SC)

Ação do MPF/SC requereu também que as empresas responsáveis pelas construções irregulares realizem a recuperação ambiental

Depois de ação do Ministério Público Federal (MPF) em Santa Catarina, a Justiça Federal determinou que MFS Administradora de Bens e a VOS Construtora e Incorporadora efetuem a demolição e a retirada de obras irregulares situadas em áreas de preservação permanente e de uso comum da área de proteção ambiental (APA) de Anhatomirim, no município de Governador Celso Ramos (SC). As empresas também foram condenadas ao pagamento de compensação pecuniária, pelos danos ambientais que deverão ser recuperados, no valor de R$ 100 mil cada. A Justiça fixou prazo de 30 dias, a contar da intimação da sentença, para o cumprimento das determinações. Em caso de descumprimento, será aplicada multa diária de R$ 1 mil.

A sentença também julgou procedente o pedido da procuradora da República Analúcia Hartmann para que os réus realizem a efetiva e completa recuperação ambiental e desocupação da área - inclusive do solo e de curso d'água, com retirada de canalização - na forma a ser apontada em Projeto de Recuperação de Área Degradada (Prad). Eles deverão apresentar o planejamento à aprovação do corpo técnico do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e dos assessores periciais do MPF, também no prazo de 30 dias a contar da intimação da sentença, sob pena de aplicação de multa diária de R$ 1 mil.

Foi determinado ao Município de Governador Celso Ramos que se abstenha de conceder qualquer tipo de autorização ou licença para novas construções nas áreas de preservação permanente apontadas na ação, adotando regulamentação apropriada para impedir equívocos dos órgãos municipais, e em toda a área da Ponta da Costeira. Além disso, deverá promover a sinalização do local como área protegida e providenciar fiscalização específica. Em caso de descumprimento, a Justiça fixou multa de R$ 1 mil ao dia.
Ação nº 5014864-49.2014.4.04.7200/SC

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